O risco total de um ativo ou carteira decompõe-se em risco sistemático (não diversificável) mais risco não sistemático (específico/diversificável). O risco sistemático, ou risco de mercado, decorre de fatores macroeconômicos comuns a todos os ativos (juros, câmbio, política, inflação) e NÃO pode ser eliminado pela diversificação. Já o risco não sistemático é próprio da empresa ou setor e PODE ser reduzido ou eliminado ao diversificar. Assim, a diversificação (teoria de Markowitz) reduz apenas a parcela não sistemática; o risco de mercado permanece por mais ativos que se acrescentem.
Os quatro grandes tipos de risco cobrados:
A volatilidade é medida pelo desvio-padrão (e pela variância): quanto maior a dispersão dos retornos em torno da média, maior o risco. O coeficiente beta (β) mede o risco sistemático — β=1 acompanha o mercado, β>1 é agressivo (mais volátil), β<1 é defensivo e β=0 indica ausência de correlação. Exemplo verbalizado: uma carteira com beta 1,5, diante de uma alta de 10% no mercado, tem retorno esperado de 15% (dez por cento multiplicado por 1,5 é igual a quinze por cento).
A correlação entre dois ativos varia de −1 a +1: em +1 (perfeita positiva) não há redução de risco; em −1 (perfeita negativa) obtém-se a máxima redução, podendo eliminar o risco; a diversificação é eficaz sempre que a correlação for menor que +1.
Na relação risco-retorno, o Índice de Sharpe mede o retorno excedente por unidade de risco total: IS = (Rp − Rf) / σp. Exemplo: retorno de 18%, taxa livre de risco de 10% e desvio-padrão de 4% resultam em índice 2,0 (dezoito menos dez é igual a oito; oito dividido por quatro é igual a dois). Pelo CAPM, retorno esperado = Rf + β × (Rm − Rf); com Rf=10%, β=1,2 e Rm=15%, o retorno esperado é 16% (dez por cento mais 1,2 vezes cinco por cento, ou seja, dez mais seis, igual a dezesseis por cento).
O VaR (Value at Risk) é a perda máxima esperada, em condições normais de mercado, para um horizonte e um nível de confiança definidos. Exemplo verbalizado: um VaR de R$ 1 milhão para 1 dia a 95% de confiança significa que há 5% de probabilidade de a perda em um dia superar R$ 1 milhão. O hedge, tipicamente com derivativos, é instrumento de mitigação, protegendo posições contra oscilações adversas. O arcabouço prudencial de gestão de riscos segue as normas do CMN/BACEN.
1. Na administração de risco, o risco total de um ativo ou de uma carteira de investimentos resulta da soma de quais dois componentes?
O risco total decompõe-se em risco sistemático (não diversificável) mais risco não sistemático (diversificável), conforme a teoria de carteiras; as demais opções citam categorias específicas de risco, não a decomposição fundamental do risco total. (Assaf Neto, A. "Mercado Financeiro" (Atlas))
2. O risco sistemático, também chamado de risco de mercado ou risco não diversificável, decorre de quais fatores?
O risco sistemático origina-se de fatores macroeconômicos comuns a todo o mercado, não podendo ser eliminado pela diversificação; as demais opções descrevem, respectivamente, risco de crédito, risco operacional e risco de liquidez. (Fortuna, E. "Mercado Financeiro: Produtos e Serviços")
3. No modelo CAPM, o coeficiente beta mede o risco sistemático de um ativo ou carteira. Quando o beta de uma carteira é maior do que 1, como essa carteira costuma ser classificada em relação à volatilidade do mercado?
Beta maior que 1 indica carteira agressiva, mais volátil que o mercado; beta igual a 1 acompanha o mercado (neutra) e beta menor que 1 caracteriza uma carteira defensiva, menos volátil. (Modelo CAPM (William Sharpe))
4. O Índice de Sharpe é obtido pela divisão de qual diferença pelo desvio-padrão da carteira?
O Índice de Sharpe é (Rp − Rf) / σp, isto é, o retorno excedente sobre a taxa livre de risco dividido pelo desvio-padrão; inverter a subtração ou trocar a referência de comparação são erros conceituais comuns. (William F. Sharpe (1966))
5. O coeficiente de correlação entre os retornos de dois ativos varia dentro de qual intervalo numérico?
O coeficiente de correlação varia de -1 (correlação perfeita negativa) a +1 (correlação perfeita positiva); os demais intervalos não correspondem à definição estatística da correlação. (Teoria de carteiras (Markowitz))
6. Qual medida estatística é utilizada como principal referência para mensurar o risco de um ativo, representando a dispersão dos retornos em torno de sua média?
O desvio-padrão (e a variância) mede a volatilidade/dispersão dos retornos em torno da média, sendo a principal medida estatística de risco; as demais alternativas medem tendência central ou características do ativo, não sua volatilidade. (Estatística aplicada a finanças)
7. O Value at Risk (VaR) de uma carteira é definido como qual grandeza?
O VaR mede a perda máxima esperada em condições normais de mercado, dado um horizonte temporal e um nível de confiança; as demais alternativas descrevem outras grandezas financeiras que não correspondem ao conceito de VaR. (Metodologia de gestão de risco de mercado)
8. O risco de crédito, em administração de risco, corresponde à possibilidade de perda decorrente de qual evento?
O risco de crédito refere-se à inadimplência (default) da contraparte ou do emissor; as demais opções descrevem, respectivamente, risco de mercado, risco de liquidez e risco operacional. (Fortuna, E. "Mercado Financeiro")
9. Um assessor de investimentos explica a um cliente que parte do risco de uma ação está ligada a fatores próprios daquela empresa, como uma disputa trabalhista ou uma troca de diretoria, e que essa parcela tende a diminuir quando se formam carteiras mais diversificadas. A que tipo de risco o assessor está se referindo?
Fatores próprios de uma empresa, e não do mercado como um todo, caracterizam o risco não sistemático, que é reduzido pela diversificação; o risco sistemático, ao contrário, não desaparece com a diversificação. (Assaf Neto, A. "Mercado Financeiro")
10. Um investidor amplia progressivamente o número de ações diferentes em sua carteira, passando de 10 para 50 papéis de setores variados. Do ponto de vista da teoria de carteiras, o que ocorre com os dois componentes do risco total à medida que essa diversificação aumenta?
A diversificação reduz apenas o risco não sistemático (específico); o risco sistemático (de mercado) permanece por mais ativos que sejam adicionados à carteira, pois decorre de fatores macroeconômicos comuns a todos eles. (Teoria de carteiras (Markowitz))
11. Uma carteira de investimentos possui beta igual a 1,5. Em um dia de forte alta, o mercado como um todo valoriza 10%. Considerando apenas o efeito do beta sobre o retorno esperado dessa carteira, qual seria esse retorno esperado?
O retorno esperado é obtido multiplicando a variação do mercado pelo beta da carteira: 10% × 1,5 = 15%; somar o beta ao percentual ou dividir por ele são erros de aplicação da fórmula. (Modelo CAPM (William Sharpe); recálculo do enunciado)
12. Considere uma taxa livre de risco de 10% ao ano, um beta de ativo igual a 1,2 e um retorno esperado de mercado de 15% ao ano. Aplicando a fórmula do CAPM, qual é o retorno esperado desse ativo?
Pelo CAPM, retorno esperado = Rf + β×(Rm − Rf) = 10% + 1,2×(15%−10%) = 10% + 6% = 16%; a última opção comete o erro comum de esquecer de somar a taxa livre de risco ao prêmio de risco calculado. (Modelo CAPM (William Sharpe); recálculo do enunciado)
13. Uma carteira apresentou retorno de 18% no período, enquanto a taxa livre de risco foi de 10% e o desvio-padrão dos retornos da carteira foi de 4%. Qual é o Índice de Sharpe dessa carteira?
O Índice de Sharpe é (Rp − Rf)/σp = (18%−10%)/4% = 8/4 = 2,0; a primeira opção inverte a razão e as demais utilizam grandezas incorretas na fórmula. (Fórmula do Índice de Sharpe; recálculo do enunciado)
14. Um assessor deseja recomendar a um cliente a inclusão de um segundo ativo em sua carteira, com o objetivo de obter a máxima redução possível do risco por meio da diversificação. Entre os ativos disponíveis, qual coeficiente de correlação com o ativo já existente na carteira proporcionaria o maior potencial de redução de risco?
A correlação perfeita negativa (-1) permite a máxima redução de risco na diversificação, podendo até eliminar o risco da carteira; a correlação +1 não reduz risco algum, sendo o pior caso para fins de diversificação. (Teoria de carteiras (Markowitz))
15. Um investidor precisa resgatar com urgência uma cota de um fundo pouco negociado e, para conseguir vendê-la rapidamente, precisa aceitar um preço bem inferior ao que considera justo. Essa situação exemplifica principalmente qual tipo de risco?
A dificuldade de negociar um ativo pelo preço justo no momento desejado caracteriza o risco de liquidez; não se trata de inadimplência de contraparte, de fatores macroeconômicos nem de falha de processos internos. (Conteúdo conceitual público de administração de risco)
16. O gestor de uma carteira informa que o VaR (Value at Risk) para um dia, a um nível de confiança de 95%, é de R$ 1 milhão. Com base exclusivamente nessa informação, qual é a interpretação correta sobre a probabilidade de perda?
A um nível de confiança de 95%, resta 5% de probabilidade de a perda em um dia superar o valor do VaR (R$ 1 milhão); inverter o percentual de confiança com o de excedência é o erro conceitual mais comum na leitura do VaR. (Definição de VaR; recálculo do enunciado)
17. Uma carteira de investimentos possui beta igual a 0,6. Em um dia de forte queda, o mercado como um todo desvaloriza 8%. Considerando apenas o efeito do beta sobre o retorno esperado dessa carteira, qual seria esse retorno esperado nesse cenário?
O retorno esperado é a variação do mercado multiplicada pelo beta: -8% × 0,6 = -4,8% (queda de 4,8%); um beta menor que 1 reduz a magnitude do movimento, mas não inverte seu sentido, como sugere incorretamente a última opção. (Modelo CAPM (William Sharpe); recálculo do enunciado)
18. A Carteira X obteve retorno de 22% no período, com taxa livre de risco de 12% e desvio-padrão de 5%. A Carteira Y obteve retorno de 20% no mesmo período, com a mesma taxa livre de risco de 12% e desvio-padrão de 4%. Calculando o Índice de Sharpe de cada uma, qual conclusão está correta sobre o desempenho ajustado ao risco?
Carteira X: (22%−12%)/5% = 2,0; Carteira Y: (20%−12%)/4% = 2,0 — os índices são idênticos, mostrando que maior retorno absoluto ou menor desvio-padrão isoladamente não determinam o melhor desempenho ajustado ao risco. (Fórmula do Índice de Sharpe; recálculo do enunciado)
19. Em um relatório de risco, consta que o VaR de uma carteira, calculado para um dia a 99% de confiança, é de R$ 2 milhões. Considerando apenas essa informação, qual é a interpretação correta quanto à probabilidade de perda?
A um nível de confiança de 99%, resta 1% de probabilidade de a perda em um dia superar o valor do VaR (R$ 2 milhões); inverter o percentual de confiança com o de excedência é o erro conceitual mais comum na leitura do VaR. (Definição de VaR; recálculo do enunciado)
20. Um banco identifica, em sua rotina de controles internos, quatro situações distintas ocorridas ao longo do mês: (I) uma fraude cometida por um funcionário no sistema de pagamentos; (II) a interrupção de um sistema de processamento de ordens por falha técnica; (III) uma perda decorrente de um processo judicial por descumprimento contratual; (IV) a desvalorização de uma carteira de ações causada por uma alta inesperada da taxa de juros pelo Banco Central. Qual dessas situações NÃO se classifica como risco operacional?
O risco operacional abrange falhas em processos, pessoas e sistemas, além do risco legal (situações I, II e III); a situação IV decorre de um fator macroeconômico comum a todo o mercado, caracterizando risco sistemático, e não risco operacional. (Conceito de risco operacional alinhado a Basileia II)
21. O desvio-padrão dos retornos de um ativo é a medida estatística mais utilizada para expressar a volatilidade desse ativo, pois indica...
O desvio-padrão mede a dispersão dos retornos em relação à média, sendo a principal medida de volatilidade e de risco; não representa piso de retorno nem apenas a amplitude entre máximo e mínimo. (Estatística aplicada a finanças.)
22. Um analista compara dois fundos de investimento com o mesmo retorno médio esperado e observa que o Fundo X apresenta desvio-padrão de retornos maior que o Fundo Y. Em igualdade de retorno esperado, isso significa que o Fundo X...
Maior desvio-padrão indica maior dispersão dos retornos em torno da média e, portanto, maior risco; isso não garante retorno superior nem indica ausência de risco sistemático. (Estatística aplicada a finanças.)
23. Uma mesa de operações calcula o VaR (Value at Risk) de sua carteira para o horizonte de 1 dia, com nível de confiança de 97,5%, obtendo R$ 750.000,00. A interpretação correta desse resultado, em condições normais de mercado, é que...
Um VaR a 97,5% de confiança implica 2,5% (100% − 97,5%) de probabilidade de a perda superar o valor calculado; a inversão do percentual e a ideia de perda máxima absoluta são erros típicos de interpretação. (Definição de VaR (Value at Risk).)
24. O VaR diário de uma carteira, calculado a 99% de confiança, é de R$ 2.500.000,00. Considerando 100 dias úteis de operação em condições normais de mercado, o número esperado de dias em que a perda efetivamente supera esse valor é de aproximadamente...
A 99% de confiança corresponde a 1% de probabilidade de a perda superar o VaR em cada dia; aplicando esse percentual a 100 dias úteis, o número esperado de excessos é 1% × 100 = 1 dia. (Definição de VaR — recálculo a partir do nível de confiança.)
25. Ao combinar em uma carteira dois ativos cujos retornos apresentam correlação igual a +1 (perfeita positiva), qual é o efeito da diversificação sobre o risco total dessa carteira?
Com correlação +1 (perfeita positiva) não há benefício de diversificação: o risco da carteira é a média ponderada dos riscos individuais; a máxima redução, podendo eliminar o risco, ocorreria apenas com correlação −1. (Teoria de carteiras (Markowitz).)
26. Um assessor de investimentos combina o Ativo A e o Ativo B em uma carteira, sabendo que seus retornos apresentam correlação de −1 (perfeita negativa). Sobre o risco dessa combinação, é correto afirmar que...
Com correlação perfeita negativa (−1), é possível, com a ponderação adequada entre os ativos, eliminar totalmente o risco da carteira; a soma simples dos riscos ocorreria apenas com correlação +1. (Teoria de carteiras (Markowitz).)
27. Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação INCORRETA sobre a volatilidade dos retornos de um ativo:
A volatilidade total de um ativo isolado reflete tanto o risco sistemático quanto o não sistemático (específico); apenas a parcela sistemática decorre de fatores macroeconômicos comuns ao mercado, o que torna essa afirmação incorreta. (Estatística aplicada a finanças; decomposição do risco total.)
28. Em administração de risco, os termos 'risco diversificável' e 'risco não diversificável' correspondem, respectivamente, a quais componentes do risco total?
O risco diversificável equivale ao risco não sistemático (específico do emissor), eliminável pela diversificação, e o risco não diversificável ao risco sistemático (de mercado), que permanece; as demais opções trazem categorias que não correspondem a essa equivalência. (Assaf Neto, A. "Mercado Financeiro" (Atlas).)
29. Após um aumento inesperado da taxa Selic pelo Banco Central, praticamente todos os ativos de renda variável negociados na B3 sofrem queda de preço, independentemente do setor de atuação das empresas. Esse movimento é um exemplo de...
Fatores macroeconômicos como variação da taxa de juros afetam todo o mercado e caracterizam risco sistemático (não diversificável); não se trata de risco específico de emissor, de crédito ou operacional. (Fortuna, E. "Mercado Financeiro: Produtos e Serviços".)
30. Um investidor amplia progressivamente o número de ações diferentes em sua carteira, de setores distintos, buscando reduzir o risco total. Mesmo levando essa diversificação a um número elevado de ativos, a carteira continuará exposta a...
A diversificação reduz o risco não sistemático (específico), mas o risco sistemático (de mercado) permanece por mais ativos que sejam adicionados à carteira. (Teoria de carteiras (Markowitz).)
31. Uma carteira de ações possui beta igual a 1,4 em relação ao Ibovespa. Caso o mercado registre alta de 5% no período, o retorno esperado dessa carteira, segundo essa medida de sensibilidade, é de...
O beta mede a sensibilidade do ativo às variações do mercado; retorno esperado = variação do mercado × beta = 5% × 1,4 = 7%. Somar o beta ao percentual (6,4%) ou dividir em vez de multiplicar (3,57%) são erros típicos. (Modelo CAPM (William Sharpe) — recálculo do enunciado.)
32. Em relação ao coeficiente beta (β) como medida de risco sistemático, um ativo com β igual a 0,7 é classificado como...
β menor que 1 indica ativo defensivo (menos volátil que o mercado); β maior que 1 é agressivo, β igual a 1 acompanha o mercado e β igual a 0 indica ausência de correlação, não ausência de risco. (Modelo CAPM (William Sharpe).)
33. Um ativo apresenta beta de 1,5, a taxa livre de risco no período é de 8% ao ano e o retorno esperado de mercado é de 13% ao ano. De acordo com o modelo CAPM, o retorno esperado desse ativo é de...
Pelo CAPM, retorno esperado = Rf + β×(Rm − Rf) = 8% + 1,5×(13% − 8%) = 8% + 7,5% = 15,5%. O valor 19,5% resulta de multiplicar beta pelo retorno de mercado sem subtrair antes o Rf (1,5×13%), e 7,5% é apenas o prêmio de risco isolado. (Modelo CAPM (William Sharpe) — recálculo do enunciado.)
34. Uma carteira apresenta retorno de 15% ao ano e desvio-padrão de 4%, e a taxa livre de risco no período foi de 9% ao ano. O Índice de Sharpe dessa carteira é igual a...
O Índice de Sharpe é (Rp − Rf) / σp = (15% − 9%) / 4% = 6/4 = 1,5. O valor 3,75 resulta de dividir o retorno total pelo desvio-padrão sem subtrair a taxa livre de risco (15/4), e 6,0 é apenas o numerador sem a divisão. (Índice de Sharpe (William F. Sharpe, 1966) — recálculo do enunciado.)
35. Um investidor detém uma nota comercial emitida por uma empresa que, no vencimento, deixa de pagar o valor devido. A perda sofrida pelo investidor decorre principalmente de qual tipo de risco?
O não cumprimento das obrigações de pagamento pelo emissor (inadimplência/default) caracteriza risco de crédito; risco de liquidez, de mercado e operacional referem-se, respectivamente, à dificuldade de negociação, a oscilações de preços e a falhas internas. (Fortuna, E. "Mercado Financeiro".)